Rimas afiadas, verdades cruas. O rap que vem das ruas e chega ao coração.

Drexon — nome artístico de Dexter Nunes — cresceu nas periferias do Rio de Janeiro, onde o asfalto quente e as vielas grafitadas foram seu primeiro palco. Filho de mãe solo, aprendeu desde cedo que as palavras eram sua única arma e seu maior escudo.
Aos 14 anos, começou a escrever letras em cadernos escolares — rimas que falavam da realidade que via pela janela: violência, sonhos interrompidos, mas também resistência e esperança. Aos 17, gravou seu primeiro freestyle em um celular emprestado e postou nas redes sociais. Em 48 horas, o vídeo tinha 100 mil visualizações.
Seu estilo único mistura o rap consciente brasileiro com influências do trap americano e do spoken word — letras densas, cheias de metáforas urbanas, sobre beats que alternam entre o pesado e o melódico. Drexon não rima apenas para entreter; ele rima para documentar, para denunciar, para curar.
Com o álbum "Concrete Dreams", Drexon se consolida como uma das vozes mais importantes do rap nacional — um artista que transforma dor em arte e ruas em poesia.

Álbum · 2024 · 10 Faixas
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O álbum será adicionado ao Spotify em breve

Drexon em show ao vivo